domingo, 18 de setembro de 2016

O PROCESSO DE RECUPERAÇÃO DO BRASIL



BRASIL, UMA VISÃO DE COMO SE RECUPERAR

Muito além do processo de viés político que se desencadeou no Brasil antes e depois do impeachment de Dilma, está a força de recuperação da nação brasileira, muito maior do que as diretrizes adotadas por qualquer governo que se instale.
Antes do ingresso no tema da recuperação, quero notar que fiquei algum tempo sem escrever, talvez impactado com a descoberta que fiz do real interesse de que o impeachment de Dilma fosse seu verdadeiro interesse, isto porque, além de vitimá-la, retirou da condição de vidraça, para retornar ao status de tijolo, sua força oculta e permanente de onde veio seu crescimento e notoriedade.
Quando as forças de exercício do poder, busca de soluções se exaurem, mais fácil estar na oposição apontando erros, sem ter saído por livre vontade, mas na condição de vítima para potencializar a condição de coitadinha.
Relembro que reúno as condições de retomada do desenvolvimento e ofereci a Dilma, como ofereci a Temer as soluções, sendo que no caso de Dilma, sequer 15 minutos por Skype foi possibilitado, daí que afirmo categoricamente que seu interesse foi de sair do poder, na condição de retornável.
Mera traição da pátria e de seus eleitores de forma camuflada ante a inabilidade de condução de governo e falta de alternativas viáveis de gestão.
O Governo Temer, está recebendo o voto de confiança inicial do mercado, como todos os governos recebem, indistintamente, de esquerda ou de direita, o que importa, é como fazer deste voto de confiança força motriz de alavanca para o desenvolvimento.
Novamente ofereci as alternativas, desta feita foi iniciado processo administrativo para tanto, o que aguardo chamada para exposição.
Mesmo assim, correndo o risco de não ter aceitação pelo que vou dizer adiante, preciso alertar o Governo aos rumos que vai tomar não representarem necessariamente a retomada da confiança, força primeira para o estabelecimento de parcerias confiáveis.
A venda de ativos é solução hábil pela ausência de liquides das finanças, ante aos caminhos de desgoverno praticados no passado, mas tem seu contraponto; em termos contábeis, o valor recebido pela venda ativos imóveis, por ser moeda circula, pagar dívidas e se exaure, e, quando isto ocorre, aquele patrimônio vendido não existe mais para garantia financeira.
É a opção da venda da vaquinha ao invés da venda do leite, luta e faina diária, mais laboriosa e cansativa, menos rentável, porém mais garantida, enquanto a venda da vaca, quando o produtor precisar de que crédito, não terá mais a vaquinha como garante.
O fato é que o Brasil chegou a venda em uma condição que se tornou um mal necessário para o momento, porém longe de ser uma solução de longo prazo, torna-se, em verdade, ao longo do tempo armadilha contra o patrimônio e ante a falta de crédito, gera incredulidade de investidores.
Pior do que vender, é vender para quem não tem compromisso com agências de classificação de risco, porque estas apontam os fatores negativos de investimento, e, quando tais fatores são levados em consideração, mesmo assim, ocorre a opção de compra, num País em que o Judiciário trouxa a desgraça da fuga de capital, é porque algo de diferente está a ocorrer.
Ou o valor é submetido a controle e desvalorizado, ou o valor é considerado, o risco analisado, porém o interesse é de ter prejuízo para compensar lucros de outros investimentos, de modo a diminuir os encargos tributários no país de origem.
De qualquer sorte, o País, além da força de sua gente, conta com opções viáveis de retomada do crescimento, por uso das forças e recursos próprios, através de choque de gestão.
O choque de gestão deve conter os elementos que elevam o risco ao investimento mensurados e devidamente inoculados, torna-los importante aliados ao crescimento econômico.
O judiciário, ministério público, policias, fiscalizações de receitas e de contas em todas as esferas se tornaram reis dos holofotes, por terem descoberto, em “determinado tempo” falcatruas com prejuízos aos erários, porém se esquecem de mencionar a responsabilidade solidária assumida, em não terem agido no tempo certo para evitar referido prejuízo.
Neste sentir, já disse e reitero, que, no Brasil, a livre iniciativa deve reger investidores sem relações com os interesses comuns da população de ordem pública, quando assim agem passam a ter a gestão interesse prévio e controlado das entidades referidas no parágrafo anterior, em sites de gestão de contas, com esta condicionante, com fatores de aceleração de tomadas de decisões, de modo que, escapando ao controle, todas as operação, seguradas pelo site (sendo que as seguradoras nestas contas serão igualmente controladas em conjunto), terão o reembolso imediato, sem holofotes para ninguém;
Sem holofotes, porém com a certeza de que o investimento interno ou externo estará seguro, e, não sofrerá o investimento choques por conta de gestores inidôneos.
O grande, verdadeiramente brutal erro imperdoável da operação lava jato foi a inconsequência previsível ante a manutenção por intervenção dos empreendimentos, em níveis de controle de acordo com o risco oferecido à existência da entidade investigada.
Não agindo desta forma, o capital fugiu com medo de ser atingido indevidamente, já que no Brasil a empresa investigada não interessa sua manutenção ao irresponsável juiz criminal, mesmo sendo de sua responsabilidade de lei processual penal, prever as consequências de seus atos, tomando providências para evitar que referidos efeitos colaterais colapsem o mercado, ainda pelo tamanho das grandes empresas, e, o quanto representam em termos de desenvolvimento e aos efeitos sociais, hoje indevidamente hostilizados, pela artimanha do judiciário pueril quem age de maneira inconsequente e sem controles ou freios.
A proposta do ministério público de correção dos rumos das práticas criminais é sobretudo idiota e avessa a ciência, seja de ordem pública ou econômica, porque, de novo, pretende somente ocupar holofotes ao invés de solucionar o problema de controle de forma preventiva responsabilidade que deixou de assumir, sendo solidariamente responsável pelo insucesso do controle de contas.
Isto o ministério público e demais órgãos ocultam, porque não têm interesse em solucionar, somente em aparecer na televisão e demais mídias, ocultando em suas falas eloquentes seu fracasso conjunto e solidário.
Senhores responsáveis pelos holofotes, acordem, o Brasil, já não quer mais ver vocês aparecendo a toda hora na tv, para diminuir não só quem é investigado, mas por não compreenderem que, além de chatos, estão se passando e diminuindo além de a si próprios, todo o povo brasileiro perante o cenário internacional.
Apontem os senhores um único centavo investido no Brasil por conta da lava jato, que lhes aponto centenas de milhões de reais de fuga de capital, por conta de medo de gente inocente entrar na esfera de gente culpada.
E olhe que não se pode dizer que inocentes não foram a falência por conta de acusação de verdadeiros culpados de forma inconsequente, porque estes estão aí berrando sem holofotes todos os dias, em empreendimentos fechados e profissionais inocentes com suas famílias na rua da amargura, por conta desta falta de respeito com a população.
Sou partidário que os crimes praticados contra a população pelas inconsequências da lava jato sejam apurados e os culpados condenados e que vão para a cadeia, porque lugar de gente que age em nome de população fazendo o mal para esta é na cadeia, serve para quem amaldiçoou o País com as propinas, como para quem investiga de forma inconsequente levando o País ao caos.

O Ministério Público e demais Órgãos podem e devem agir preventivamente, de modo a evitar despesas indevidas, investimento mal feitos, e, sobretudo preservar a vaquinha, porque matá-la para aparecer na tv é o que estão fazendo e precisam urgentemente parar.

O Brasil para se recuperar precisa agregar sua força produtiva em um único canal, e, deste fortalecido e revigorado, virar o processo de recessão em processo de crescimento, não precisa de muito, somente de adoção de soluções como a que apontei aqui, como primícias, logo, logo virão outras, e, no somar não haverá como segurar o crescimento e desenvolvimento do País.

Brasil 18 de setembro de 2016

Hélio Barreto dos Santos Filho
OAB SC 7487 DF 36606 OAPT 53040C

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