BRASIL, UMA VISÃO DE
COMO SE RECUPERAR
Muito além do
processo de viés político que se desencadeou no Brasil antes e depois do
impeachment de Dilma, está a força de recuperação da nação brasileira, muito
maior do que as diretrizes adotadas por qualquer governo que se instale.
Antes do ingresso no tema da
recuperação, quero notar que fiquei algum tempo sem escrever, talvez impactado
com a descoberta que fiz do real interesse de que o impeachment de Dilma fosse
seu verdadeiro interesse, isto porque, além de vitimá-la, retirou da condição
de vidraça, para retornar ao status de tijolo, sua força oculta e permanente de
onde veio seu crescimento e notoriedade.
Quando as forças de exercício do
poder, busca de soluções se exaurem, mais fácil estar na oposição apontando
erros, sem ter saído por livre vontade, mas na condição de vítima para
potencializar a condição de coitadinha.
Relembro que reúno as condições de
retomada do desenvolvimento e ofereci a Dilma, como ofereci a Temer as
soluções, sendo que no caso de Dilma, sequer 15 minutos por Skype foi
possibilitado, daí que afirmo categoricamente que seu interesse foi de sair do
poder, na condição de retornável.
Mera traição da pátria e de seus
eleitores de forma camuflada ante a inabilidade de condução de governo e falta
de alternativas viáveis de gestão.
O Governo Temer, está recebendo o
voto de confiança inicial do mercado, como todos os governos recebem,
indistintamente, de esquerda ou de direita, o que importa, é como fazer deste
voto de confiança força motriz de alavanca para o desenvolvimento.
Novamente ofereci as alternativas,
desta feita foi iniciado processo administrativo para tanto, o que aguardo
chamada para exposição.
Mesmo assim, correndo o risco de não
ter aceitação pelo que vou dizer adiante, preciso alertar o Governo aos rumos
que vai tomar não representarem necessariamente a retomada da confiança, força
primeira para o estabelecimento de parcerias confiáveis.
A venda de ativos é solução hábil
pela ausência de liquides das finanças, ante aos caminhos de desgoverno
praticados no passado, mas tem seu contraponto; em termos contábeis, o valor
recebido pela venda ativos imóveis, por ser moeda circula, pagar dívidas e se
exaure, e, quando isto ocorre, aquele patrimônio vendido não existe mais para
garantia financeira.
É a opção da venda da vaquinha ao
invés da venda do leite, luta e faina diária, mais laboriosa e cansativa, menos
rentável, porém mais garantida, enquanto a venda da vaca, quando o produtor
precisar de que crédito, não terá mais a vaquinha como garante.
O fato é que o Brasil chegou a venda
em uma condição que se tornou um mal necessário para o momento, porém longe de
ser uma solução de longo prazo, torna-se, em verdade, ao longo do tempo
armadilha contra o patrimônio e ante a falta de crédito, gera incredulidade de
investidores.
Pior do que vender, é vender para
quem não tem compromisso com agências de classificação de risco, porque estas
apontam os fatores negativos de investimento, e, quando tais fatores são levados
em consideração, mesmo assim, ocorre a opção de compra, num País em que o
Judiciário trouxa a desgraça da fuga de capital, é porque algo de diferente
está a ocorrer.
Ou o valor é submetido a controle e
desvalorizado, ou o valor é considerado, o risco analisado, porém o interesse é
de ter prejuízo para compensar lucros de outros investimentos, de modo a
diminuir os encargos tributários no país de origem.
De qualquer sorte, o País, além da
força de sua gente, conta com opções viáveis de retomada do crescimento, por
uso das forças e recursos próprios, através de choque de gestão.
O choque de gestão deve conter os
elementos que elevam o risco ao investimento mensurados e devidamente
inoculados, torna-los importante aliados ao crescimento econômico.
O judiciário, ministério público,
policias, fiscalizações de receitas e de contas em todas as esferas se tornaram
reis dos holofotes, por terem descoberto, em “determinado tempo” falcatruas com
prejuízos aos erários, porém se esquecem de mencionar a responsabilidade
solidária assumida, em não terem agido no tempo certo para evitar referido
prejuízo.
Neste sentir, já disse e reitero,
que, no Brasil, a livre iniciativa deve reger investidores sem relações com os
interesses comuns da população de ordem pública, quando assim agem passam a ter
a gestão interesse prévio e controlado das entidades referidas no parágrafo
anterior, em sites de gestão de contas, com esta condicionante, com fatores de
aceleração de tomadas de decisões, de modo que, escapando ao controle, todas as
operação, seguradas pelo site (sendo que as seguradoras nestas contas serão
igualmente controladas em conjunto), terão o reembolso imediato, sem holofotes
para ninguém;
Sem holofotes, porém com a certeza de
que o investimento interno ou externo estará seguro, e, não sofrerá o
investimento choques por conta de gestores inidôneos.
O grande, verdadeiramente brutal erro
imperdoável da operação lava jato foi a inconsequência previsível ante a
manutenção por intervenção dos empreendimentos, em níveis de controle de acordo
com o risco oferecido à existência da entidade investigada.
Não agindo desta forma, o capital
fugiu com medo de ser atingido indevidamente, já que no Brasil a empresa
investigada não interessa sua manutenção ao irresponsável juiz criminal, mesmo
sendo de sua responsabilidade de lei processual penal, prever as consequências de
seus atos, tomando providências para evitar que referidos efeitos colaterais
colapsem o mercado, ainda pelo tamanho das grandes empresas, e, o quanto
representam em termos de desenvolvimento e aos efeitos sociais, hoje
indevidamente hostilizados, pela artimanha do judiciário pueril quem age de
maneira inconsequente e sem controles ou freios.
A proposta do ministério público de correção
dos rumos das práticas criminais é sobretudo idiota e avessa a ciência, seja de
ordem pública ou econômica, porque, de novo, pretende somente ocupar holofotes
ao invés de solucionar o problema de controle de forma preventiva
responsabilidade que deixou de assumir, sendo solidariamente responsável pelo
insucesso do controle de contas.
Isto o ministério público e demais
órgãos ocultam, porque não têm interesse em solucionar, somente em aparecer na
televisão e demais mídias, ocultando em suas falas eloquentes seu fracasso conjunto
e solidário.
Senhores responsáveis pelos holofotes,
acordem, o Brasil, já não quer mais ver vocês aparecendo a toda hora na tv,
para diminuir não só quem é investigado, mas por não compreenderem que, além de
chatos, estão se passando e diminuindo além de a si próprios, todo o povo
brasileiro perante o cenário internacional.
Apontem os senhores um único centavo
investido no Brasil por conta da lava jato, que lhes aponto centenas de milhões
de reais de fuga de capital, por conta de medo de gente inocente entrar na
esfera de gente culpada.
E olhe que não se pode dizer que
inocentes não foram a falência por conta de acusação de verdadeiros culpados de
forma inconsequente, porque estes estão aí berrando sem holofotes todos os
dias, em empreendimentos fechados e profissionais inocentes com suas famílias
na rua da amargura, por conta desta falta de respeito com a população.
Sou partidário que os crimes
praticados contra a população pelas inconsequências da lava jato sejam apurados
e os culpados condenados e que vão para a cadeia, porque lugar de gente que age
em nome de população fazendo o mal para esta é na cadeia, serve para quem
amaldiçoou o País com as propinas, como para quem investiga de forma
inconsequente levando o País ao caos.
O Ministério Público e demais Órgãos
podem e devem agir preventivamente, de modo a evitar despesas indevidas,
investimento mal feitos, e, sobretudo preservar a vaquinha, porque matá-la para
aparecer na tv é o que estão fazendo e precisam urgentemente parar.
O Brasil para se recuperar precisa
agregar sua força produtiva em um único canal, e, deste fortalecido e
revigorado, virar o processo de recessão em processo de crescimento, não
precisa de muito, somente de adoção de soluções como a que apontei aqui, como
primícias, logo, logo virão outras, e, no somar não haverá como segurar o
crescimento e desenvolvimento do País.
Brasil 18 de setembro de 2016
Hélio Barreto dos Santos Filho
OAB SC 7487 DF 36606 OAPT 53040C
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